Como evitar o pré-diabetes

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A genética e os maus hábitos podem levar a desenvolver o pré-diabetes. Segundo dados do IDF (International Diabetes Federation), no Brasil existem cerca de 4,5% de adultos pré-diabéticos. Ainda de acordo com as análises, destes, cerca de 50% evoluem para o diabetes tipo 2.

A pré-diabetes antecede a confirmação da doença e por isso serve como um alerta: ela é considerada quando os valores de glicemia do paciente estão acima do normal, mas ainda não elevados o suficiente para serem considerados diabéticos. Confira as dicas de Como evitar o pré-diabetes .

Como descobrir

A pré-diabetes pode se desenvolver caso você tenha predisposição genética, obesidade, maus hábitos (como o sedentarismo e tabagismo) ou siga uma dieta rica em carboidratos e açúcares. Para descobrir, é preciso fazer um exame simples de sangue, em jejum, e observar os níveis de glicose presentes. O valor normal da glicemia em jejum é entre 70 a 100mg/d1. O indivíduo é considerado pré-diabético quando os valores da sua glicemia em jejum variam entre os 100 e 125mg/d1. Nos diabéticos o índice passa de 126mg/dl. Outro tipo de exame sugerido é o hemoglobina glicada, em que é colhida uma amostra de sangue para medir os níveis de glicemia durante períodos prolongados. Quando o resultado fica entre 5,7% e 6,4%, a pessoa já pode ser considerada pré-diabética.

Tão perigosa quanto


O termo pré-diabetes leva muitas pessoas a acreditarem que ainda não desenvolveram a doença, o que é errada. Por falta de informação e muitas vezes de sintomas, esse período é ignorado, sendo que o ideal é começar o tratamento o quanto antes. Subestimar essa fase é prejudicial ao tratamento, já, que as lesões na parte interna das artérias, o endotério, começam a se desenvolver. E são essas lesões que aumentam as chances de ocorrer derrames, infartos, úlceras no cérebro, disfunção sexual e outros males.

Dá tempo de reverter


Existe a possibilidade de reverter o quadro pré-diabético em alguns pacientes quando a doença é diagnosticada cedo. A reversão deve começar com mudanças de hábitos alimentares e diários. Ajuda muito se esses pacientes perderem cerca de 7 a 10% do seu peso corporal.

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