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Tropical e bem brasileiro: descubra como o óleo de coco vai te ajudar a emagrecer

Certamente, se é você brasileiro ou mora no Brasil já há um tempo, você deve estar familiarizado com o delicioso sabor e cheiro que o coco exala você bebe aquela água geladinha na areia quente da praia, olhando o vai-e-vém do mar e se deliciando com as férias que finalmente chegaram.

Até mesmo quem gosta de comer o coco cru sabe como este produto é tipicamente tropical, quase um símbolo nacional. Agora, o que nem todo mundo sabe é que o óleo de coco pode lhe dar muitos benefícios para a saúde, emagrecimento e beleza do que simlesmente acompanhá-lo numa bela tarde de descanso à beira da litoral.

Da tradição indiana aos estudos científicos dos anos 50: a importância do óleo de coco

Já desde a Ayurveda, o conhecimento tradicional médico desenvolvido na Índia há cerca de 7 mil anos, o óleo de coco era utilizado como um elemento chave para o bem-estar. Ele foi considerado como o mais saudável na terra pelos sânscritos e, sem dúvida, os seus benefícios eram já naquela época analisados por todos.

Com o advento das pesquisas científicas, ainda na década de 50, o óleo de coco passou a ser chamado de “a farmácia em uma garrafa”. Isso se deve a, depois de consumir o óleo de coco, ele ser absorvido diretamente pelo fígado a partir do intestino.

A partir daí ele se torna um corpo cetônico no metabolismo humano, ou seja, substâncias solúveis em água que são produtos derivados da quebra dos ácidos graxos, a quebra que ocorre no figado, e assim são usados como fonte de energia no coração, no cérebro e no tecido muscular.

Isso faz com que a sua atividade metabólica seja maior, com menos gordura circulando em sua corrente sanguínea e acumulando também menos gordura em seu corpo. A lista de benefícios do óleo de coco poderia continuar e continuar, mas, para começar, vamos deixar apenas alguns para estimulá-lo a se informar mais e consumir o óleo de coco no seu dia a dia.

O óleo de coco como um antibiótico natural e antioxidante

O ácido láurico presente no óleo de coco age como um antimicrobiano, ou seja, age contra os estafilococos responsáveis ​​por muitas infecções de pele e na corrente sanguínea. Além disso, diferentes tipos de fungos, vírus e efeitos de levedura comum pode ser combatidos pelo óleo de coco.

Ainda sobre a importância deste tipo de alimento no processo de emagrecimento, vários estudos realizados em 2013, na Universidade de Kerala (Índia), mostraram que uma dieta rica em óleo de coco virgem é benéfica na redução do estress oxidativo. Em outros termos, reduz o estresse que é responsável por danificar as células e potencial causador de enfermidades que vão desde a doença de Alzheimer ao câncer.

Além disso, ao diminuir o estresse, nós sabemos, as chances de uma boa alimentação saudável, a prática de exercícios físicos e até mesmo a qualidade do sono são melhoradas e, assim, a perda de peso acontece mais rapidamente.

Os benefícios do óleo de coco até para o controle da epilepsia infantil. A dieta cetogénica é rico em gordura, proteína adequada e pobre em carboidratos. Esta dieta não convulsões em crianças com epilepsia são reduzidos em 75%. Triglicéridos de cadeia média (TCM), contendo óleo de coco, aumentam a concentração de corpos cetónicos que contribuem para reduzir a epilepsia.

Perda de peso, hidratação e cabelos mais bonitos

Os  TCMs, que contém o óleo de coco, fazem com que o gasto médio de energia que temos no dia a dia aumente até em 5%, mesmo num consumo de cerca de 120 calorias a mais ingeridas fora de sua dieta diária.

Por outro lado, ele atua na diminuição da síndrome metabólica, isto é, um grupo de fatores de risco que podem aumentar as chances de desenvolver doenças cardíacas e outros problemas de saúde, tais como diabetes ou acidente vascular cerebral.

Os benefícios do óleo de coco ainda podem ser encontrados em suas propriedades como um hidratante natural. O óleo de coco faz sua pele ficar naturalmente muito macia, radiante e saudável, além de também penetrar no couro cabeludo e deixar o cabelo mais forte e com um aroma agradável.

Usá-lo como um condicionador vai deixar seu cabelo sedoso e com um brilho saudável. O ácido láurico presente neste óleo tem uma elevada tendência à melhoria das proteínas do cabelo. Por esta razão, o seu cabelo absorve o óleo de coco a partir dos folículos capilares com mais facilidade, quer seja utilizado antes, durante ou após a lavagem.

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Suplemento também ajuda a emagrecer? Estudo científico afirma que sim

Com o verão se aproximando na transição entre 2016-2017 e, segundo estudo da Organização Mundial Meteorológica (publicado nesta semana no mundo todo), sendo esta a estação mais quente da história há anos superando e muito as temperaturas do ano passado…

Bem, não é de se admirar que tanta gente corra para as dietas e processos de emagrecimentos que levem à perda de peso e a possibilidade de curtir este recorde de calor do verão nos melhores lugares possíveis: nas praias, piscinas e clubes. E, em todos estes lugares, claro, em boa forma física.

Portanto, se você tem interesse em perder peso e deseja aos poucos ir definindo seus músculos sem muito exagero, este artigo lhe interessa. E, embora a base de tudo está na nossa dieta e exercício, há um tipo especifico de suplementos alimentares que ajudam a nossa gordura corporal a queimar de forma mais eficaz todo este excedente. Estamos falando de algo que você possivelmente irá precisar para finalmente chegar ao peso ideal: os suplementos termogênicos.

Por que os suplementos termogênico auxiliam na perda do peso?

Os suplementos termogênicos têm a capacidade para acelerar o metabolismo e, consequentemente, a queima de calorias e gordura porque eles são compostos de estimulantes naturais como a cafeína, o chá verde, pimenta-caiena, café verde e guaraná, entre muitos outros. Atualmente, estes suplementos, e muitos mais, são vendidos em lojas especializadas no assunto e há tipos e mais tipos de termongêncios que podem melhor se adaptar às suas necessidades.

Como funcionam estes suplementos em nosso corpo?

Principalmente pelo aumento da temperatura corporal para ativar a lipólise, estes suplementos termogênicos aumentam o metabolismo e mais ainda o importante fornecimento de energia para o músculo. Esta oxidação produzida na gordura corporal produz também o aumento da lipólise que, por conseguinte, aumentam consideravelmente o metabolismo basal.

Além disso, está provado que a ingestão de termogênicos pode melhorar a concentração, atenção e energia, porque eles causam um aumento da geração de ATP (trifosfato de adenosina), isto é, a molécula que armazena energia proveniente da respiração celular e da fotossíntese, para consumo imediato.

Esta molécula de ATP atua como uma moeda celular, ou seja, é uma forma conveniente da transformação da energia. Esta energia pode ser utilizada em diversos processos biológicos, tais como o transporte ativo de moléculas, síntese e secreção de substâncias, locomoção e divisão celular, entre outros.

A base científica

De acordo com o estudo “Efeito de uma bebida termogênica no metabolismo energético de 24 horas em seres humanos”, publicado no JISSN (Jornal da Sociedade Internacional de Nutrição Esportiva), cujo objetivo foi estudar a avaliação dos efeitos de um suplemento dietético termogênico , o gasto energético de repouso em pessoas analisadas foi significativamente maior após o consumo do suplemento, determinado pelo estado de alerta obtido nas pessoas.

Além disso, a fadiga foi reduzida após uma hora de consumo.
Os pesquisadores do estudo relacionam isso ao resultado da evidência de que o consumo desta bebida, que consiste em catequinas do chá verde, cafeína e cálcio, aumenta o gasto de energia em até 4,6% em 24 horas.

Outro estudo que objetivou analisar os efeitos da ingestão de suplementos termogênicos na função hemodinâmica do corpo e no gasto energético em estado de repouso em homens e mulheres. Ele concluiu que o aumento do gasto energético em repouso – durante 3 horas após o consumo do suplemento – aumentou 17,3%, 19,6% e 15,3%, respectivamente a cada hora. Da mesma forma, não ocorreram alterações na frequência cardíaca ou pressão arterial em qualquer um dos grupos de controle.

Suplementos e ovos

Muito usado (especialmente m sua forma cozida), o ovo é um aliado dos suplementos no emagrecimento. Mas uma pergunta constante é se a cor da casa deste alimento é relevante em seu valor nutricional. Afinal, a cor importa tanto assim?

Na verdade, de acordo com o especialista argentino Daniel López Rosseti (dono de uma coluna sobre assunto no jornal La Nación), a cor não afeta em nada. A qualidade ou o valor nutritivo não tem nada a ver com isso, a cor varia apenas pela raça de galinha.
O ovo é rico em proteínas e saudável ao corpo humano. É um alimento com vários benefícios e muito baixo em calorias, com uma elevada proporção de aminoácidos e um alto valor biológico.

Com tantas dúvidas sobre o consumo de ovos na dieta diária, é importante procurar informações e dicas sobre o preparo, afirma López Rosseti, como os cuidados na limpeza e até no uso de spray vegetal para fritá-los, caso seja necessário.

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Comer ovo influencia em sua dieta de emagrecimento? 3 explicações para te ajudar a perder peso

Polêmico como só ele pode ser, o ovo já foi o personagem de inúmeras matérias, pesquisas e relatórios de divulgação científica apontando o quão prejudicial ou quão maravilhoso ele pode é para a saúde humana.

Mas um especialista no assunto, o argentino Daniel López Rosseti, tenta dar um novo olhar para o assunto apostando na moderação e na informação ao se falar sobre como os ovos podem ajudar a perder peso e trazer mais qualidade de vida para as pessoas.

Uma das perguntas mais frequentes que ele recebe, em sua coluna no Jornal La Nación, é justamente acerca do consumo de ovos na dieta diária e os riscos (ou não) que isso pode ter na vida cotidiana. “Quanto comer? A cor dos ovos influencia no valor nutricional de cada um deles? Por semana qual a recomendação de ingestão calórica deste alimento? ”

São essas e entre muitas outras questões que López Rosseti recebe constantemente e, segundo ele, o motivo disso acontecer tem na imprensa o seu maior causador: nos jornais o alimento recebe uma visão distorcidamente ruim apontando o consumo de ovos sempre para à categoria daqueles produtos com colesterol.

Afinal, comer ou não comer? Eis a questão

Em um paciente com níveis elevados de colesterol, ou seja, hipercolesterolemia, o especialista argentino ressalta que, sim, é possível comer ovos. Já que eles não alteram a qualidade de vida que buscamos costumeiramente.

Ele é categórico ao afirmar isso pois, de acordo com seus conhecimentos e experiência no assunto, a clara do ovo não tem colesterol e a gema de cerca de 200 mg, o que é muito pouco se compararmos a alimentos junk food (aquelas besteiras gordurosas, açucaradas, salgadas e em exageradas porções que comemos – mesmo sabendo que fazem mal à saúde).

Ovos e colesterol

Uma coisa a notar é que a maioria dos alimentos elevados de colesterol são geralmente também rica em gorduras saturadas (carnes, carnes, salsichas, nata, manteiga e produtos lácteos de gordura produtos), mas o ovo não é.

Um ovo mediano contém 200 mg de colesterol, mas tem mais gordura insaturada (gordura boa) do que a saturada (gordura ruim) e o seu conteúdo de fosfolipídios este colesterol tem pouco efeito sobre o colesterol no sangue. Basicamente, o ovo não vai aumentar o seu colesterol se você o comer com equilíbrio.

Existem vários estudos científicos que afirmam que comer um ovo por dia não é prejudicial e não aumenta o risco de doença cardíaca. Além disso, seu consumo é muito importante para melhorar a dieta, já que seu alto teor de proteína faz com que ele seja um alimento que dá saciedade. E, nós sabemos, saciedade é um importante aliado para os planos de perda de peso. Sem dúvida, o ovo é essencial para uma alimentação saudável, destaca o especialista argentino.

Cozidos ou fritos? A saída está no spray vegetal

Ambos, sim, incrivelmente para muitos, os ovos podem ser consumidos fritos. contanto que ele é preparados com spray vegetal. Os sprays vegetais são produtos à base de óleos vegetais que permitem preparar comidas fritas, mas reduzindo as calorias e a quantidade de goduras saturadas. É muito difícil quando começamos a ver a necessidade de perder peso e estes sprays são recomendados se você deseja consumir receitas tradicionales, mas transformadas para a pouca ingestão calórica.

Agora, devemos notar que os cuidados ao se preparar ovos são de suma importância (até mais do que uma boa diversificação das combinações culinárias possíveis). Você deve cozinhar bem o ovo para destruir a salmonela, uma bactéria perigosa que pode estar presente nele e com potência de causar diarreia, febre, diarreia, síndrome hemolítico-urêmica em crianças e complicações graves adultos mais velhos.

Para reduzir as chances de doenças é importante comer os ovos cozidos preferencialmente. Um ponto a considerar é ao lavar os ovos: quando eles estão sendo lavados, sem cuidado, este processo pode facilitar a entrada de microrganismos porque a casca é porosa e tem uma camada protetora muito fina. Por isso, uma boa saída é limpar com um papel descartável e descartar aqueles que percebemos que estão rachados ou próximos disso.

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Maternidade e emagrecimento: obesidade diminui chance de gravidez em reprodução assistida

O alerta vem da Espanha, de profissionais especializados em viabilizar a gestação de mulheres com dificuldades em engravidar

A informação de que a obesidade consegue diminuir de forma assustadora as possibilidades de engravidar, a partir da reprodução assistida, em mulheres obesas vem da Espanha. O chefe do Departamento de Reprodução Assistida no Hospital El Ángel, José Félix García España, é o principal expoente desta informação.

De acordo com o especialista, a obesidade pode diminuir as chances de gravidez em reprodução assistida independentemente da idade da mulher. A reprodução assistida pode ser entendida como um conjunto de técnicas, utilizadas por médicos especializados, que tem como principal objetivo tentar viabilizar a gestação em mulheres com dificuldades de engravidar.

A este respeito, García España explica que a qualidade dos ovários e óvulos em mulheres que sofrem de obesidade é inferior àquelas mulheres cujo peso está dentro de limites aceitáveis. Por outro lado, no homem, a obesidade também provoca coisas negativas como uma redução no volume do sémen que pode causar infertilidade em 16% dos casos.
A obesidade, no entanto, não só diminui as chances de gravidez, mas também aumenta casos de diabetes gestacional, o que causa um sério prejuízo para mãe e o feto, além de possíveis complicações também possíveis de ocorrer no parto.

O diabetes gestacional

De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), este tipo de diabetes, o gestacional, é um dos que mais requer cuidados e atenção de todas as mulheres que querem engravidar e profissionais ligados à área. Abaixo compartilharmos algumas informações que podem ser relevantes para futuras mamães.

O diabetes gestacional é o quê? Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudanças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro. Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue.

O que acontece com o bebê? Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta. Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudanças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro.

Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre. E, então, elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

A explicação sobre a relação entre gravidez assistida e o peso

García España, o especialista em reprodução assistida, explicou ainda, em entrevista ao periódico Heraldo, que embora a maioria das mulheres obesas não sejam inférteis, a obesidade tem um impacto negativo sobre a fertilidade delas.

No entanto, ele acrescentou que a perda de peso não só envolve uma mudança metabólica que favorece a fertilidade, mas também a melhora da autoestima e da saúde sexual das mulheres.

Na Unidade de Reprodução do Hospital El Ángel, observou-se durante uma fertilização in vitro, que a qualidade dos ovúlos de uma mulher obesa é menor do que aquela que não sofre ou de sobrepeso ou obesiddade nos mais variados níveis.

Recomendação alimentar: ingestão de alimentos com ácido palmítico

Tudo isto significa que a percentagem de gravidezes e nascimentos vivos diminui à medida que o índice de massa corporal vai se elevando, como explicado através de um comunicado publicado pelos especialistas espanhois.

Por isso, é importante educar essas pacientes a fim de melhorar as suas expectativas de gravidez, com recomendações de uma ingestão calórica reduzida, com um consumo importante de alimentos ricos em ácido palmítico.

Este tipo de ácido, cientificamente chamado de ácido hexadecanóico, é um dos ácidos graxos saturados mais comuns, encontrados em animais e também em vegetais.
Como o próprio nome indica, é o principal (e em maior quantidade) componente do óleo de palma. Assim, recomenda-se com cuidados profissionais e porções adequadas, a ingestão de leites e derivados (manteiga, queijo), além de carne bovina que também contém o ácido palmítico.

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Emagrecimento e saúde: excesso de peso é o responsável por metade dos casos de diabetes

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização Mundial da Pan-Americana da Saúde (OPAS) afirmam que o excesso de peso e a obesidade são os responsáveis por 44% dos casos de diabetes em todo o mundo; enquanto que 27% é dado como resultado de inatividade física. Dito de outro modo, isso ressalta a importância de uma alimentação saudável e da prática de atividade física de forma regular.

Na esteira das comemorações do Dia Mundial de Combate à Diabetes (14/11), faz-se necessário repensarmos alguns hábitos de vida na alimentação e no sedentarismo que não apenas pode aumentar o peso, mas podem trazer complicações mais sérias à saúde.

Neste contexto, só para se ter uma ideia do avanço epidêmico de diabetes no globo terrestre, a OMS destaca que em 1980 eram 180 milhões de pessoas espalhadas por quase todos os países. Agora, em comparação com estes dados, os números quase quadruplicaram em pouco mais de três décadas: pesquisas atuais apontam mais de 422 milhões de indivíduos têm diabetes ao redor do mundo.

Diabetes no Brasil

De acordo com dados trazidos pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), atualmente há mais de 13 milhões de diabéticos no Brasil, ou seja, isso representa 6,9% de toda a população nacional.

O pior é que este número está crescendo cada dia mais. E, em alguns casos mais particulares, o diagnóstico demora para sair ou a pessoa tarda em buscar informações e tratamento, favorecendo o aparecimento de complicações que poderiam ser evitadas. Por isso, pode ser que você ou alguém muito próximo tenha diabetes e ainda não saiba.

A alimentação saudável baseada não apenas em baixa ingestão calórica, mas, principalmente, na escolha de alimentos frescos, sem muito carboidrato, mas ricos em proteínas, minerais e vitaminas. De igual modo, uma rotina cotidiana de atividades físicas (na academia ou mesmo em casa com exercícios do tipo HIIT) faz toda a diferença para quem quer evitar a correlação entre obesidade e diabetes.

Ainda de acordo com a SBD é preciso ter muita atenção na relação entre sobrepeso e excesso de peso em geral quando o assunto é diabetes. E, como muitas das informações ainda são desconhecidas de grande parte do público, é importante ter conhecimento, por exemplo, das diferenças entre diabetes do tipo 1 e tipo 2. Abaixo, seguindo recomendações e dados da SBD, trazemos uma breve explicação sobre o assunto que pode te ajudar a perder peso e a evitar o desenvolvimento de diabetes.

  1. Diabates Tipo 1:
    Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença. O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.
  2. Diabetes Tipo 2:
    O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

Cuidados a se tomar

Se você apresentar sede intensa (mais do que o habitual), vontade de fazer xixi de forma frequente, aumento da fome e perda de peso irregular sem motivo aparente, entre em contato com os serviços de saúde, pois estes sintomas geralmente aparecem quando há diabetes. Diagnóstico e tratamento podem ser fornecidos em qualquer um dos serviços no âmbito do Ministério de Saúde.

Por fim, segundo OMS, a doença é a maior causa de cegueira, problemas renais, ataques do coração, derrames e amputações. E muita atenção: a prevalência de diabetes também tem aumentado de forma mais rápida em países de baixa e média rendas e não apenas em países tipicamente relacionados às comidas fast food, como os EUA, por exemplo.

Em entrevista à Rádio Vaticano, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, ressaltou que mais ações de prevenção e para melhorar o sistema de serviços de saúde são urgentes para acabar com os problemas de diabetes e excesso de peso. Ban Ki-moon disse que o objetivo é que “todas as pessoas que tenham essa doença debilitante possam receber o apoio que precisam”.

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Emagrecer é sua promessa para 2018? Descubra 4 dietas que vão te ajudar a entrar saudável no próximo ano

Após vários dias de festas, sentar e desfrutar de um gorduroso e ultracalórico prato parece é geralmente o mínimo que se pode desejar nos churrascos e comemorações para algumas pessoas. Mas depois que tudo passa… a culpa bate! E aí? Como perder os quilos a mais?
Todos finais e inícios de ano a imagem se repete: pessoas desejosas de ficar em dia com a balança e assim ter uma vida mais saudável, fazem inúmeras promessas no Natal e Ano Novo para finalmente encerrar um período de suas vidas e começar outro de forma diferente.

Entre estas promessas, as das dietas certamente são as favoritas. E, como sabemos, é preciso ter persistência, comprometimento e atitude para levar adiante as metas planejadas de emagrecimento e enfim cumprir as promessas. Por isso, e querendo te dar aquele empurrãozinho que faltava, a lista abaixo apresenta 5 dietas que podem te ajudar finalmente a perder peso e começar 2017 ainda com saúde.

  1. A Dieta MIND:
    Centrada no consumo de alimento que ajudam a reduzir os riscos de transtornos neurológico (especialmente o mal de Alzheimer), esta dieta já explica seu foco na própria sigla que forma seu nome. MIND vem do ingês “Mediterranean-DASH Intervention for Neurodegenerative Delay’, que, em uma tradução livre ao português, poderia ser vista como a “Intervenção editerránea-DASH para Atrasos Neurodegenerativos”. E DASH, neste contexto, se refere a outra dieta explicada mais abaixo).
    A dieta MIND tem sua especialidade em menus recheados de verduras de folhas verdes, nozes, peixes, cereais integrais e azete de oliva, ou seja, alimentos que cientificamente demonstraram a evidencia de que são bons para o cérebro. Considerada como uma das mais saudáveis e fáceis de seguir, a dieta MIND tem conquistado muito especialistas em saúde do emagrecimento.
  2. A Dieta DASH:
    Já a dieta DASH, a partir do avanço da ciência nutricional e do bem-estar, está relacionada ao controle da pressão alta e do colesterol. Nos Estados Unidos, onde ela surgiu, há muito problema de hipertensão, por exemplo. Sabendo por lá (e gradualmente aqui no Brasil também) que a hipertensão é um dos fatores mais ligados às enfermidades derivadas da obesidade, esta dieta tem chamado a atenção de muitos.
    Assim, se você sofre com a hipertensão é necessário sempre estar atento ao que consome em sua mesa. É o que aponta o Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue dos EUA que criou a dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension), uma sigla em inglês que significa em português algo como “Abordagem Dietética para Impedir a Hipertensão”.
  3. A Dieta da Fertilidade:
    Acredite ou não, a nossa alimentação afeta e muito a nossa capacidade de reprodução já que que aquilo que comemos afeta a tudo em nossos organismos, desde o sangue até as células, hormônios e espermas, por exemplo.
    Depois de realizar um estudo no qual foram analisadas mulheres que comiam regularmente as gorduras boas (insaturadas), cereais, grãos e proteínas vegetais, tinham um melhor “estoque” de óvulos das que tinhamm tido uma dieta baseada na ingestão regular de carboidratos refinados, carnes vermelhas e gorduras ruins à saúde. Pesquisadores da Escola de Sáude Pública de Harvard, como Jorge Chavarro e Walter Willett, destacaram esta dieta como uma das mais importantes à perda de peso com saúde.
  4. A Dieta Mediterrânea:
    Essa, falam as muitas pessoas que a colocaram em prática, dificilmente falha no processo de emagrecimento. Focada na preparação de alimentos frescos e saudáveis, a dieta possui seu diferencial por evitar carnes vermelhas, os vários tipos de açúcares e gorduras saturadas e privilegiar pescados, frutas, verduras ou legumes, sempre preparados com azeite de oliva ou canola.
    Além de ajudar a emagrecer, a dieta é vista por muitos como uma boa escolha para quem quer perder peso a médio e longo prazo também já que ela auxilia na mudança de hábitos ociosos e doenças. O estudo da PREDIMED – a investigação de maior envergadura no que se refere a nutrição e a saúde a nível mundial– tem demonstrado cientificamente que a dieta mediterrânea enriquecida com frutos secos e azeites de oliva virgem extra reduz em até 30% o risco de infarto do miocárdio, de acidente vascular cerebral ou de morte por causa cardiovascular.
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Pressão alta – Causas, Sintomas e Prevenção

Problema comum e perigoso que afeta grande parte da população mundial, especialmente adultos e pessoas da terceira idade, caracteriza-se pela elevada pressão sanguínea dentro das artérias. Quando é bombeado com muita intensidade pelo coração, o sangue exerce força exagerada contra as paredes das artérias, obrigando-as a expandir-se mais do que o normal.

A hipertensão ou pressão alta pode levar a diversas complicações, como lesões nos rins ou no fígado, derrame e infarto. As causas podem ser hereditárias, mas alguns fatores externos ajudam a agravar o quadro, como obesidade, estresse, sedentarismo, tabagismo e ingestão excessiva de bebidas alcoólicas e sal.

Os sintomas da pressão alta são difíceis de detectar. Podem aparecer dores de cabeça, náusea, vômito e tonturas. Por isso, é recomendável medir a pressão pelo menos uma vez por ano ou sempre que esses problemas ocorrerem. Em pessoas com mais de 18 anos, pressão até 120/80 mmHg (milímetros de mercúrio) é considerada normal. Valores acima de 140/90 mmHg já caracterizam pressão alta.

Conheça as Causas, Sintomas e Prevenção da Pressão alta

Principais Causas da pressão alta

  • Hereditárias
  • Obesidade
  • Estresse
  • Sedentarismo
  • Tabagismo
  • Ingestão de Bebida alcoólicas
  • Consumo excessivo de sal

Principais Sintomas da pressão alta

  • Dores de cabeça
  • Náuseas
  • Vômito
  • Tonturas

Prevenção

A pressão alta não tem cura, mas pode ser controlada por meio de uma dieta adequada.

  • Reduzir o consumo de sal. Dar preferência a temperos naturais como limão, cebola, alho e cheiro-verde.
  • Evitar alimentos enlatados e produtos industrializados em geral, pois possuem muito sódio.
  • Limitar o consumo de manteiga, carnes gordurosas e embutidos (salame, mortadela, presunto, linguiças).
  • Dar preferência a leite e derivados desnatados.
  • Comer alho, vegetais frescos, frutas, cereais integrais e leguminosas.
  • Manter o peso sob controle é fundamental para reduzir os riscos da hipertensão arterial. Por isso, além de dieta equilibrada, é necessário praticar atividades físicas.
  • Eliminar o consumo de cigarro e de bebidas alcoólicas.
  • Verificar a pressão arterial pelo menos uma vez por ano. Isso vale até para quem aparentemente não tenha problemas.
  • Manter acompanhamento com médico e nutricionista é essencial para que o hipertenso possa levar uma vida normal.
  • Não utilizar remédios sem indicação médica.
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Saúde

Índice glicêmico revelado

Como funciona o Índice glicêmico revelado e porque é importante entende-lo para controlar a doença.

É esse fator que mede a velocidade com que o açúcar, presente nos alimentos fontes de carboidratos, chega à corrente sanguínea e eleva o índice de glicemia. Dependendo do alimento, os níveis sobem mais rápido ou um pouco mais devagar. A escolha do carboidrato pode ajudar no controle da glicemia, levando em consideração o índice glicêmico dos alimentos.

Os carboidratos, após a ingestão, entram na corrente sanguínea com diferentes velocidades e desta forma podemos classificá-los em dois grupos: os de índice glicêmico baixo e os de índice glicêmico alto. Quanto maiores os níveis de glicemia no sangue, maior será a secreção de insulina pelo pâncreas, hormônio responsável por transportar glicose até as células. Índice glicêmico revelado.

Como medir os índices?

O índice glicêmico (IG) é influenciado por fatores como maturidade do alimento, quantidade de fibras e gordura, alimentos ingerido juntos etc. Os carboidratos com IG baixo, menor que 60, atingem a corrente sanguínea de forma lenta e contínua, mantendo a glicemia estabilizada. São aqueles ricos em fibras e gorduras boas. Já os carboidratos com IG elevado, maior que 85, chegam rapidamente à corrente sanguínea, elevando a glicemia. São alimentos ricos em açúcares e produtos refinados.

Leia também:
Como Previnir o Diabetes

Carboidratos complexo e simples: Entenda o que é

Há estudos que indicam que uma alimentação rica em carboidratos possa ser uma das causas do aparecimento do diabetes tipo 2. O que se sabe é que para controlar a doença é preciso seguir uma específica e balanceada, devendo substituir os alimentos com carboidratos simples pelos carboidratos complexos.

Veja por quê: Os carboidratos simples são compostos de moléculas pequenas e são digeridos e absorvidos com facilidade no processo de digestão. Por isso, os níveis glicêmicos se elevam rapidamente. Esse grupo inclui as farinhas brancas refinadas, açúcares simples, pão branco, massas comuns, arroz branco e batata.

Os carboidratos complexos são compostos por moléculas maiores, por isso sua digestão é mais lenta, retardando o esvaziamento gástrico. Consequentemente a absorção é demorada, fazendo com que os níveis de glicemia não tenham picos. Esse grupo inclui os pães, cereais e farinhas integrais. Aproveite e conheça o Programa Diabetes Controlada do Dr. Rocha e comece a controlar sua Diabetes naturalmente e sem efeitos colaterais.

Conheça a lista dos alimentos com baixo, médio e alto índice glicêmico:

Baixo IG: Ameixa, Cereja, Damasco, Ervilha seca, Grão-de-bico, Iogurte, Lentilha, Maçã, Nozes, Pera e amendoim.

Médio IG: Avelã, Arroz branco e integral, batata-doce, cenoura, Banana, Chocolate, Macarrão, Feijão, Manga, Pipoca e Inhame.

Alto IG: Batata, Bolo, Biscoito, Cookies, Flocos de milho, Fubá, Mandioca, Mel, Sacarose, Pão branco, Tapioca e Melancia.

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Alimentação Saúde

6 tipos de adoçantes

Consumidos de forma consciente, podem ser grandes aliados. Conheça os 6 tipos de adoçantes.

Substituir o açúcar pelos edulcorantes artificiais, conhecidos popularmente por adoçantes, é uma das regras da alimentação de um diabético, já que estes produtos foram criados exatamente para isso. Mas é importante ressaltar que o uso deve ser moderado e orientado por um médico. Pessoas com diabetes podem utilizar qualquer adoçante disponível no mercado, mas é indicado variar entre eles para que o corpo não se acostume com as substancias.

Deve-se consumir adoçantes artificiais com moderação em função da ação metabólica que possuem e não pelas calorias ingeridas, que geralmente são reduzi- das”, completa Marcia. E necessário, antes de qualquer coisa, observar a quantidade de consume recomendada para cada tipo do produto. A dica é ter dois ou três tipos de adoçantes em casa e intercala-los toda semana. Conheça os 6 tipos de adoçantes.

1 – Sucralose: extraída da cana-de-açúcar, é o único adoçante sem calorias feito a partir do próprio açúcar, o que mante um sabor similar. Além de ser segura e pode ser consumida por toda a família, a sucralose tem estabilidade ao calor e não perde seu poder adoçante em altas temperaturas.
Calorias: não contém.
Porção ideal por dia: 15mg por quilo de peso corporal.
Contraindicação: não tem.

2 – Aspartame: é uma proteína dissociada, formada a partir dos aminoácidos de alimentos. Muito usado pela indústria alimentícia, principalmente em refrigerantes diet, é sensível ao calor. Ele possui um sabor agradável e parecido com o do açúcar branco, só que com o potencial adoçante 200 vezes maior, o que permite o uso de pequenas quantidades.
Calorias: 4 kcal por grama.
Porção ideal por dia: 40mg por quilo de peso corporal.
Contraindicação: para gravidas e lactantes, já que é contraindicado para portadores de fenilcetonúria, doença diagnosticada no nascimento do bebé através do teste do pezinho, que impede a metabolização da fenilalanina.

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3 – Frutose: obtido de frutas e do mel, ela tem uma absorção mais lenta pelo organismo, se comparada ao açúcar normal. A frutose é metabolizada no fígado e aparentemente estimula muito menos a produção de insulina em relação aos outros açúcares. Pesquisas demonstraram que a frutose está associada ao aumento dos níveis de triglicerídeos e colesterol, por também ser precursora de gorduras.
Calorias: 4 kcal por grama.
Porção ideal por dia: 40mg por quilo de peso corporal.
Contraindicação: em excesso, pode causar cáries.

4 – Sacarina: é o edulcorante artificial não calórico mais antigo que existe. Extraída do petróleo, sozinha, em altas concentrações, tem gosto residual amargo e metálico, normalmente é associada ao ciclamato. É absorvida lentamente pelo organismo, mas não é metabolizada. Pode ser utilizada em preparações quentes.
Calorias: não contém.
Porção ideal por dia: 5mg por quilo de peso corporal.
Contraindicação: gestantes, pessoas hipertensas, com problemas renais e cardíacos devem evitar a sacarina, porque ela possui alto teor de sódio.

5 – Esteviosídeo: extraído da stévia, é o único adoçante de origem vegetal produzido em escala industrial Esse adoçante libera o dulçor mais rapidamente em água quente e mais lentamente em água fria. É 300 Vezes mais doce que o açúcar. O esteviosídeo não produz cárie, não é tóxico e nem é metabolizado pelo organismo.
Calorias: não contém.
Porção ideal por dia: 5,mg por quilo de peso corporal.
Contraindicação: não tem.

6 – Ciclamato: também extraído do petróleo, tem um gosto residual doce-azedo. É aproximadamente 30 vezes mais doce que o açúcar comum. É solúvel em líquidos e, por ser estável no frio e no calor, tem uma vida útil longa.
Calorias: não contém.
Porção ideal por dia: 11mg por quilo de peso corporal.
Contraindicação: não deve ser utilizado por hipertensos, pessoas com problemas renais, cardíacos e gestantes, por causa do sódio.

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Você sabe a diferença entre light e zero?

Com tanta oferta no supermercado parece ser fácil escolher o que levar para casa: diabéticos costumam adquirir o que é light e zero, e quem quer emagrecer opta pelos produtos light. No entanto não se deve considerar um alimento saudável apenas por essas caracterizações. O diet ou light está se referindo a um ou mais ingredientes do produto e não a todos. O ideal é sempre ter conhecimento do rótulo nutricional do produto e verificar a qualidade dos ingredientes totais. Será que você sabe a diferença entre light e zero?

Light

A palavra light foi criada para caracterizar um produto que seria mais saudável do que o original. Contudo, nem sempre é o que ocorre e, mais uma vez, ler atentamente o rótulo torna-se fundamental. “Diferentemente dos produtos dietéticos, no light não é necessário a redução de 100%, mas sim de pelo menos 2 5 % de um ou mais ingredientes comparados à composição tradicional. A porcentagem pode ser maior, mas não menor do que os 25%”, avisa a nutricionista.

Em geral, os ingredientes reduzidos nos produtos light são açúcares, gorduras saturadas, gorduras totais, colesterol e sódio. O problema é que, para manter o sabor do alimento, muitas vezes aumenta-se a quantidade de algum ingrediente para compensar a redução do outro. Por exemplo: em um produto com redução de açúcar, o sódio pode estar elevado em relação ao produto original. Antes de levar um alimento para casa só porque ele é light, é fundamental conferir e comparar cada item do rótulo.

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Diet

Para ter a denominação diet no rótulo, os produtos devem ser isentos 100% de pelo menos um dos ingredientes que constam na composição original. No entanto, diet não é só o produto sem açúcar. Qualquer outro ingrediente pode estar 100% ausente. O produto pode, por exemplo, conter açúcar e não possuir gordura e ser considerado diet. Geralmente, são alimentos formulados com modificações para se adequarem às dietas de pessoas com necessidades específicas. Assim, o ideal é ler atentamente os rótulos e, no caso dos diabéticos, optar por aqueles isentos de açúcar.

Zero

Os produtos caracterizados como zero possuem restrição ou isenção de algum nutriente comparados à versão tradicional e podem ser indicados para quem possui restrições alimentares. A moda começou com os refrigerantes isentos de açúcar e de calorias, mas já é possível encontrar laticínios zero (isentos de gordura), entre outros alimentos. A leitura atenta do rótulo continua necessária, já que os produtos zero podem ser ricos em sódio e, em excesso, tornam-se prejudiciais à. saúde.

Tenha consciência

Sendo assim, quem é diabético não necessariamente estará livre de quaisquer Ascos ao optar por algum alimento diet, pois, em alguns deles, o ingrediente 100% reduzido pode ser outro que não o açúcar. Enquanto isso, os índices de glicose no sangue – cruciais para o bom funcionamento do organismo de quem tem a doença – só aumentam, ao passo que a pessoa, sem nenhuma preocupação, consome o diet sem moderação.

E mesmo no caso dos refrigerantes sem açúcar, por exemplo, o sódio também poderá estar presente em altos índices, o que traria outros problemas para a saúde, como a elevação da pressão arterial. E como não cair nessa armadilha? Na verdade, é bem simples: basta se informar devidamente a respeito da composição dos alimentos que estão no seu cardápio.

Como diz a nutricionista: Quando se deparar com os termos diet e light, lembre-se de que eles estão se referindo a um ou mais dos vários ingredientes do produto, não a todos. O ideal é sempre ter conhecimento do Conteúdo nutricional do produto que irá ingerir e verificar a qualidade dos seus ingredientes totais.